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	<description>Associação Brasileira de Locadoras de automóveis</description>
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		<title>Com a redução de juros, BB triplica o financiamento de veículos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Com programa Bompratodos, BB registra crescimento de cerca de 200% no financiamento de veículos.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O financiamento de veículos pelo Banco do Brasil praticamente triplicou desde o lançamento, há um mês, do Bompratodos, o conjunto de medidas com taxas de juros mais baixos para as principais linhas de crédito para pessoas físicas e para as micro e pequenas empresas.</p>
<p>Com as novas taxas, a linha CDC Veículo do BB, para financiar automóveis, passou a ter desembolso diário de quase R$ 31 milhões. A média era de R$ 11,2 milhões antes do lançamento do programa Bompratodos.</p>
<p>Ou seja, um crescimento de cerca de 200% no financiamento de veículos.</p>
<p>Com as novas taxas, o BB passou a financiar veículos com juros a partir de 0,99% ao mês.</p>
<p>Todas as linhas de crédito subiram com o novo programa no BB.</p>
<p>Desde o lançamento do programa, no dia 12 de abril, até 11 de maio, os desembolsos na linha BB crediário cresceram mais de 400 %, e, no mesmo período, já houve mais de 200 mil adesões aos pacotes Bompratodos.</p>
<p>Fonte: A Verdade dos Fatos</p>
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		<item>
		<title>Os 10 automóveis mais baratos do Brasil</title>
		<link>http://www.abla.com.br/os-10-automoveis-mais-baratos-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a relação dos carros mais baratos do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a lista: </p>
<p>1 – Ford Ka (R$ 23.600) Recém chegado ao primeiro posto com uma vantagem de R$ 50 em relação ao segundo colocado, o Ford Ka é, digamos, um projeto que já “se pagou”, pois a marca já pode apostar em valores mais baixos e competitivos com o produto. Lançada em 2008, a segunda geração do compacto vendido no Brasil tem boa dirigibilidade e mecânica 1.0 eficiente, sobretudo no consumo de combustível, mas deixa muito a desejar na qualidade do acabamento e no nível de equipamentos de série. </p>
<p>2 – Fiat Mille (R$ 23.650)O antigo Uno, hoje Mille, segue firme e forte da concorrência entre os “baratinhos” do mercado. Projeto antiquado, mas ainda inteligente, o clássico compacto da Fiat ainda é um dos ponteiros quando o assunto é ergonomia, bom aproveitamento do espaço interno e munido do suporte de uma enorme rede de concessionárias por todo país. </p>
<p>3- Effa M100 (R$ 24.980)O “milagre” dos carros chineses não é o preço baixo, mas sim este valor inferior aliado a um veículo muito bem equipado. O Effa M100, o chinês mais barato à venda no Brasil, já traz de fábrica freios ABS, airbag duplo frontal, ar-condicionado, vidros elétricos, rádio, além de ter quatro portas. A qualidade do produto, entretanto, é altamente questionável, apesar de seu visual ser até agradável – quem assina o design é o estúdio italiano Bertone. Outro ponto fraco do carro é a defasada rede de lojas da Effa, ainda se estabelecendo.</p>
<p>4- Chery QQ (R$ 24.990)Cópia do coreano Daewoo Matiz, o Chery QQ se dá bem justamente por isso. Outro projeto chinês de qualidade questionável, o compacto ao menos é um carro inteligente do ponto de vista de mobilidade urbana e ergonomia. Seu atrativo, a exemplo do M100, são os itens de série, cuja lista inclui itens de segurança e conforto que nos modelos nacionais são (caros) opcionais, isso quando são oferecidos. O motor 1.1, porém, funciona apenas com gasolina e o rendimento é fraco. </p>
<p>5- Renault Clio (R$ 25.300)Pode se dizer que o Clio, apesar de não ser novidade, é um suspiro de design diferenciado na categoria dos carros baratos. De origem francesa, o modelo é bem desenhado por fora, mas por dentro fica devendo mais espaço para os passageiros do banco traseiro e bagagem. A versão de entrada, Campus, traz poucos itens de série, mas agrada com o desempenho do motor 1.0 flex de até 77 cv, de baixo consumo.</p>
<p>6 – Chevrolet Celta (R$ 26.008)Modelo de entrada da GM no Brasil, o Celta possui um dos motores 1.0 flex mais confiáveis e eficientes da categoria (77 cv) e um desempenho razoável muito por conta de sua carroceria leve (860 kg). Espaço e acabamento interno, em contrapartida, são os pontos fracos do carro, assim, mais uma vez, como a pequena lista de equipamentos. Por outro lado, a rede de manutenção transmite mais segurança.</p>
<p>7 – Fiat Uno (R$ 26.880)A nova geração do Uno – o antigo virou Mille em definitivo – é um dos automóveis mais avançados de sua categoria e ainda pode ter seu visual incrementado com diferentes combinações de adesivos pela carroceria. O motor 1.0 Fire Evo também apresenta bom rendimento e o interior tem espaço razoável e acabamento que “dá para o gasto”. Outro ponto positivo do carro é seu baixo valor de manutenção e o bom apoio da rede.</p>
<p>8 – Volkswagen Gol Ecomotion (R$ 26.960)O projeto já está mais do que cansado, mesmo assim o Gol (o G4) continua sendo um dos carros mais destacados entre os modelos mais baratos do mercado brasileiro. A versão Ecomotion, como bem diz o nome, apela para lado da ecologia com recursos para reduzir o consumo de combustível: são detalhes de motor, câmbio, aerodinâmica, pneus&#8230; Com gasolina o modelo pode rodar mais de 18 km por litro. </p>
<p>9 – Chevrolet Classic (R$ 27.573)Único sedã da lista, o Classic é a opção mais em conta para quem precisa de um automóvel com porta-malas mais avantajado. O bagageiro leva 390 litros, deixando para trás o aperto dos compactos. A mecânica é a mesma do Celta (motor 1.0 flex VHC E) apesar do veículo ser uma variação do antigo Corsa (modelo B de 1994), que era um bom carro. O suporte da Chevrolet por todo país ainda é outro atrativo.</p>
<p>10 – Nissan March (R$ 27.790)A lista dos mais barato, quem diria, tem até um carro japonês. O March, importado do México isento do IPI elevado, é um dos carros mais atuais da categoria e a marca ousa em sua estratégia de vendas. O compacto da Nissan na versão de entrada já vem equipado com airbag duplo frontal, direção com assistência elétrica e computador de bordo, itens, como vimos, que raramente aparecem nesse segmento.</p>
<p>Fonte: Fast Driver</p>
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		<title>Justiça derruba multas aplicadas pela PRF entre 2004 e 2007 em PE</title>
		<link>http://www.abla.com.br/justica-derruba-multas-aplicadas-pela-prf-entre-2004-e-2007-em-pe/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a legislação, multas expedidas 30 dias a partir da infração perdem o valor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal em Pernambuco determinou a suspensão de todas as multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas estradas federais (BRs) que cortam o Estado entre os anos de 2004 e 2007. A decisão, entretanto, vale apenas paras as notificações enviadas aos motoristas depois do prazo de 30 dias contados a partir do cometimento da infração, como determina o Artigo 281 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A legislação diz que as multas expedidas depois do período de 30 dias perdem o valor e devem ser arquivadas. </p>
<p>O posicionamento da Justiça Federal foi provocado por uma ação movida pela Associação Brasileira de Defesa dos Usuários de Veículos (Abuv), com sede no Recife. Segundo o diretor jurídico da entidade, o advogado Wilson Feitosa, tudo começou com uma motorista que, em 2007, recebeu a notificação de uma multa aplicada pela PRF um ano antes. “A burocracia e a desorganização desses órgãos públicos levam a erros do tipo. A nossa cliente não acreditou ao ver que, um ano depois, estava recebendo a notificação. Nós procurou e entramos com a ação. Ao mesmo tempo, anexamos uma reportagem de 2007 que mostrava que motoristas de todo o País estavam recebendo multas que teriam sido cometidas entre um e dois anos antes. Agora, conseguimos o reconhecimento do erro. “, explica Wilson Feitosa. </p>
<p>Na decisão, o juiz da 3ª Vara Federal, Frederico José Pinto de Azevedo, determina que a PRF se abstenha de cobrar multas de trânsito dos infratores que não tenham sidos notificados no prazo máximo de trinta dias, como determina o CTB, e que os autos de infração expedidos nessas circunstâncias sejam arquivados e seus registros excluídos. Determina, ainda, que seja restituído aos motoristas infratores os valores das multas cobradas e pagas nessas circunstâncias, corrigidos unicamente pela taxa Selic desde o pagamento indevido. Vale lembrar que cabe recurso à decisão. </p>
<p>Como a Justiça Federal em Pernambuco é dividida em subseções, a decisão estende-se apenas aos municípios que estão sob a jurisdição do magistrado da 3ª Vara, ou seja, a Subseção Judiciária do Recife. São eles: Abreu e Lima, Amaraji, Araçoiaba, Bom Jardim, Buenos Aires, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Carpina, Chã de Alegria, Chã Grande, Cortês, Escada, Feira Nova, Fernando de Noronha, Glória de Goitá, Gravatá, Igarassu, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, João Alfredo, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Limoeiro, Machados, Moreno, Nazaré da Mata, Olinda, Orobó, Paudalho, Paulista, Pombos, Primavera, Recife, Rio Formoso, Salgadinho, São Lourenço da Mata, Tracunhaém e Vitória de Santo Antão. </p>
<p>Na prática, significa dizer que a decisão atinge as multas aplicadas nas estradas federais que passam por esses municípios e foram enviadas fora do prazo, entre 2004 e 2007. Em Pernambuco, a PRF diz que foram aplicadas 309.046 multas nesse período, mas não soube informar quantas tiveram a notificação expedida após o prazo de 30 dias. Para a Abuv, a decisão judicial irá atingir os cinco Estados que compõem a área de atuação do Tribunal Regional Federal (TRF-5ª Região) para onde o processo deverá ser encaminhado quando a União recorrer da decisão do juiz da 3ª Vara Federal. A Superintendência da PRF no Estado não quis se pronunciar sobre o caso. Disse não ter, por enquanto, conhecimento da ação.</p>
<p>Fonte: Revista Algo Mais</p>
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		<title>Mitsubishi Motors amplia linha do Pajero Dakar</title>
		<link>http://www.abla.com.br/mitsubishi-motors-amplia-linha-do-pajero-dakar/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano atrás, saia da linha de produção de Catalão (GO) o primeiro Pajero Dakar produzido em solo nacional. Era a versão HPE top de linha, de sete lugares, oferecida com motor Flex e Diesel. Para ampliar a gama de produtos, poucos meses depois foi lançada a versão com câmbio manual e cinco lugares, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano atrás, saia da linha de produção de Catalão (GO) o primeiro Pajero Dakar produzido em solo nacional. Era a versão HPE top de linha, de sete lugares, oferecida com motor Flex e Diesel. Para ampliar a gama de produtos, poucos meses depois foi lançada a versão com câmbio manual e cinco lugares, que mantém o mesmo conforto, segurança e robustez.</p>
<p>Agora, completando a linha de produtos e buscando sempre oferecer mais opções ao consumidor, além da consagrada versão HPE, a Mitsubishi Motors do Brasil lança o Pajero Dakar Diesel na versão automática.</p>
<p>Com cinco lugares, o amplo espaço interno, tecnologia embarcada e a segurança fazem o sucesso deste SUV.</p>
<p>O câmbio automático é dotado do moderno sistema INVECS-II (Intelligent &#038; Innovative Vehicles Electronic Control System) de quatro velocidades. A caixa de transmissão analisa e reúne as informações do modo de dirigir do motorista, e se adapta automaticamente para tornar a experiência de dirigir ainda mais agradável e prazerosa.</p>
<p>O Pajero Dakar também pode ser conduzido pelo modo sequencial Sports Mode, onde o motorista opta pela troca de marchas, proporcionando uma sensação mais esportiva ao dirigir.</p>
<p>Fonte: Mitsubishi Motors Imprensa </p>
<p>Como em toda a linha, o nome &#8220;Dakar&#8221; foi escolhido para comemorar os 12 títulos da Mitsubishi no maior rali do mundo, confirmando o DNA 4&#215;4 da marca, sinônimo de liberdade, aventura, superação e resistência.</p>
<p>Potência</p>
<p>Com quatro cilindros em linha, o motor diesel de 3,2 litros e 16 válvulas, tem potência de 170 cv a 3.500 rpm e torque de 35 kgf.m a 2.000 rpm. O sistema de alimentação é por injeção eletrônica direta common-rail, turbocompressor e intercooler.</p>
<p>A alta tecnologia dos motores Mitsubishi faz com que o Pajero Dakar tenha baixos índices de vibração e ruído (NVH) e menor emissão de poluentes, já adequados a nova norma Proconve L6 (PL6).</p>
<p>Autêntico 4&#215;4</p>
<p>O Pajero Dakar tem o verdadeiro espírito off-road, e consegue enfrentar as mais difíceis situações 4&#215;4. </p>
<p>O sistema Easy Select 4WD torna o Pajero Dakar um veículo perfeito para rodar na cidade, estrada e nos mais diversos tipos de terreno, atestando toda a resistência e versatilidade deste SUV.</p>
<p>O sistema de tração tem três modos distintos de atuação: 4&#215;2 &#8211; somente tração traseira, recomendado para uso urbano/rodovias e se traduz em economia de combustível e menor nível de ruído, 4&#215;4 &#8211; tração nas quatro rodas, ideal para pistas de baixa aderência, como terra, areia, cascalho, lama etc. e a 4&#215;4 com reduzida &#8211; indicada para uso em situações em que se faz necessário força total, como a transposição de obstáculos.</p>
<p>Com exceção da reduzida, é possível fazer a troca da tração com o veículo em movimento, rodando em velocidade de até 100 km/h.</p>
<p>A suspensão dianteira é independente, com braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Já a traseira é 3-link, com amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora.</p>
<p>Versatilidade e conforto</p>
<p>O Pajero Dakar tem faróis integrados ao para-choque, luzes de neblina com moldura na cor grafite, além de grade frontal com moldura cromada. Para-barro nos para-lamas dianteiro e traseiro preserva a carroceria e a pintura em situações extremas.</p>
<p>O amplo espaço interno é outro diferencial e acomoda confortavelmente cinco passageiros. A capacidade do porta-malas pode chegar a 1.920 litros com bancos rebatidos.</p>
<p>Com dois amortecedores a gás, a abertura da tampa traseira é feita sem dificuldades. Os espelhos retrovisores são rebatíveis eletronicamente e os estribos estão posicionados estrategicamente para facilitar o acesso ao veículo. As rodas de 17&#8243; são de liga leve, com pneus 265/65 R17.</p>
<p>Segurança</p>
<p>Sinônimo de robustez e confiança, o Pajero Dakar vem equipado com diversos itens de segurança para o motorista e passageiros: barras de proteção laterais nas quatro portas, airbag duplo frontal e freios a disco nas quatro rodas, com os sistemas ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem). </p>
<p>Com um raio de giro de 5,6 metros, o Pajero Dakar é versátil em qualquer situação, permitindo curvas e manobras com facilidade. Para transpor os terrenos mais acidentados, o veículo tem ângulo de entrada de 36º e de saída de 25º, com possibilidade de inclinação lateral que chega a até 45°, além de capacidade máxima de subida de 35º.</p>
<p>O Pajero Dakar mede 4.695 mm de comprimento, 1.815 mm de largura, 1.800 mm de altura e entre-eixos de 2.800 mm, resultando em um excelente espaço interno.</p>
<p>Cores e preços</p>
<p>Os veículos estão disponíveis nas concessionárias Mitsubishi de todo o país, nas cores: Vermelho Bordeaux, Verde Pantanal, Branco Alpino, Cinza Londrino, Prata Rodhium, Prata Técno e Preto Ônix. </p>
<p>Pajero Dakar HPE Diesel AT &#8211; R$ 151.990,00<br />
Pajero Dakar Diesel AT &#8211; RS 135.990,00<br />
Pajero Dakar HPE Flex AT &#8211; R$ 134.990,00<br />
Pajero Dakar Diesel MT &#8211; R$ 129.990,00</p>
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		<title>Curitiba apresenta calendário de eventos a agentes de viagem</title>
		<link>http://www.abla.com.br/curitiba-apresenta-calendario-de-eventos-a-agentes-de-viagem-importantes-vendedores-da-locacao-de-veiculos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abla.com.br/?p=9210</guid>
		<description><![CDATA[Calendário “Curta Curitiba o Ano Inteiro” será apresentado nesta quinta-feira, dia 17. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O calendário de eventos “Curta Curitiba o Ano Inteiro” será apresentado no estande do Instituto Municipal de Turismo no Workshow MGM, na quinta-feira (17), no Centro de Eventos Fiep. O calendário foi criado para atrair visitantes para a programação de eventos da cidade, visando promover o turismo durante todo o ano. &#8220;O workshow é apoiado pelo Instituto Municipal de Turismo e uma excelente oportunidade para apresentarmos novidades aos agentes de viagem&#8221;, diz a presidente do Instituto, Juliana Vosnika. Com o calendário, as agências podem se programar para vender pacotes. &#8220;E os turistas que vêm à cidade para negócios vão querer ficar mais dias para assistir aos eventos culturais e esportivos&#8221;, explica Juliana.</p>
<p>João Claudio Bourg, presidente executivo da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis), alerta que os agentes de viagens devem notar, em eventos como estes, a importância de oferecerem aos seus clientes o aluguel de um veículo, para que o pacote fique completo. “Boa parte das empresas locadoras têm procurado estabelecer parcerias e implementar políticas de marketing específicas para atender às necessidades de turistas de lazer e de negócios. Este esforço também colabora para que as agências de viagens consigam obter crescimento em seu volume de negócios com locação de automóveis”, diz Bourg. “O profissional de turismo bem informado e atento às oportunidades de novos negócios tem tudo para incluir-se nesse nicho de mercado da locação, ampliando seus rendimentos mensais, por meio das comissões pagas pelas locadoras”, acrescenta.  </p>
<p>O calendário oficial de Curitiba tem cerca de 40 eventos, entre eles grandes gerados de fluxo turístico, como o Festival de Curitiba, a Oficina de Música e a Casa Cor. No ano passado, o evento que mais atraiu turistas à Curitiba foi a programação de Natal.<br />
Cerca de 75 mil turistas vieram à cidade para acompanhar as atrações da época, como a Galeria de Luz, que iluminou o calçadão da rua XV de Novembro, no Centro.  </p>
<p>Divulgação &#8211; O Workshow MGM é realizado pela MGM Operadora de Turismo, de Curitiba, e é uma oportunidade para o fortalecimento institucional dos destinos turísticos e para os agentes de viagens acompanharem as novidades no mercado turístico. Em 2011, o evento teve a participação de 2,5 mil pessoas.</p>
<p>Na oportunidade, o Instituto Municipal de Turismo divulgará Curitiba aos agentes de viagem dos principais mercados emissivos: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Espiríto Santo. &#8220;Com a divulgação também visamos aumentar o fluxo, a taxa de permanência e o gasto médio do turista na cidade, comercializando pacotes para Curitiba junto às agências&#8221;, diz Juliana.</p>
<p>CURTA CURITIBA O ANO INTEIRO </p>
<p>Janeiro<br />
Oficina de Música<br />
Pré-carnaval do bloco Garibaldis e Sacys</p>
<p>Fevereiro<br />
Festival Psycho Carnival<br />
Desfile das Escolas de Samba<br />
Quadra Cultural<br />
Festa da Uva</p>
<p>Março<br />
Salão Paranaense de Turismo<br />
Aniversário Cidade de Curitiba<br />
Festival de Curitiba<br />
Emporio Batel Soho<br />
Country Festival</p>
<p>Abril<br />
Feira Especial de Páscoa<br />
Paixão de Cristo<br />
Stock Car<br />
Hana Matsuri &#8211; Nikkei Brasil<br />
Bienal Internacional de Dança</p>
<p>Maio<br />
Lupaluna<br />
Festival Internacional de Cinema de Curitiba<br />
Mia Cara Curitiba<br />
Brasil Sabor</p>
<p>Junho<br />
Casa Cor Paraná<br />
Feira Especial de Inverno<br />
Imin Matsuri – Festival da Imigração Japonesa de Curitiba<br />
Meia Maratona de Inverno</p>
<p>Julho<br />
Festival de Hip Hop<br />
Festa do Frango, Polenta e Vinho<br />
Festival Espetacular de Teatro de Bonecos do Paraná<br />
Expocristo<br />
WTCC &#8211; Campeonato Mundial Categoria Turismo </p>
<p>Agosto<br />
Feiarte &#8211; 33ª Feira Internacional de Artesanato</p>
<p>Setembro<br />
Haru Matsuri<br />
Festa da Luz<br />
Feira Especial da Primavera e da Criança</p>
<p>Outubro<br />
Restaurant Week<br />
Encontro de Ferreomodelismo<br />
Semana da França<br />
Gibicon<br />
Stock Car</p>
<p>Novembro<br />
Parada LGBT<br />
Maratona de Curitiba<br />
Feira de Natal<br />
Virada Cultural<br />
De Bar em Bar </p>
<p>Dezembro<br />
Curitiba Capital do Natal</p>
<p>Fontes: Curitiba Turismo e ABLA</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Montadoras estarão mais atentas aos números do setor de locação</title>
		<link>http://www.abla.com.br/montadoras-estarao-mais-atentas-aos-numeros-do-setor-de-locacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[ABLA divulga semana que vem números e projeções de compras do setor no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cresce o interesse das montadoras a respeito dos números e projeções de compras do setor de locação de automóveis no Brasil, que serão divulgados na quarta-feira da semana que vem, dia 23, pela ABLA (Associação Brasileira das Montadoras de Automóveis). </p>
<p>Dirigentes de todas as montadoras e importadoras de automóveis foram convidados pela ABLA, entidade que representa nacionalmente o setor de locação de automóveis e que é responsável pelo Censo anual do setor, para acompanhar ao vivo a divulgação dos novos números. </p>
<p>A apresentação será no Hotel Renaissance (Alameda Santos, 2233, em São Paulo) e trará o balanço completo do setor durante o ano passado, além das projeções de negócios para o restante do ano de 2012. </p>
<p>Para Paulo Gaba Jr., presidente do conselho nacional da ABLA, a queda nas vendas de automóveis, &#8220;também motivada pelo aperto nas condições de crédito, faz crescer neste ano a importância do setor de locação como válvula de escape para a recuperação do mercado&#8221;, avalia.</p>
<p>O setor de locação de automóveis ocupa hoje a posição de maior comprador de veículos do Brasil, com aquisições que superam 10% de tudo o que é vendido anualmente no País. &#8220;Esse percentual permanece relativamente estável nos últimos cinco anos, girando entre 8% e 11%, com a diferença de que a produção de veículos tem batido recordes nesse período da história recente&#8221;, conta Gaba Jr. </p>
<p>No último levantamento estatístico da ABLA, referente ao ano de 2010 e que, agora, no dia 23 de maio, será atualizado, os modelos populares representavam 60% de toda a frota das locadoras, os médios respondiam por 17%, os veículos de luxo eram 7% e os utilitários e as vans, juntos, atingiam 16%. </p>
<p>Durante a apresentação dos novos números, líderes do mercado e representantes da indústria automotiva serão informados sobre a nova participação destas empresas em vendas para o setor de locação, quem subiu e quem desceu em participação nos negócios e demais informações relevantes para tomadas de decisões estratégicas das montadoras, dos bancos e instituições financeiras, parceiros e distribuidores de automóveis. </p>
<p>A apresentação será conduzida pelo presidente do Conselho Nacional da ABLA, Paulo Gaba Jr., e pelo presidente executivo João Claudio Bourg.</p>
<p>Fonte: RAF Comunicação </p>
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		<title>Salão de Paris espera driblar crise</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Estimativa é atingir 230 expositores nos pavilhões do Porte de Versalles]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 29 de setembro a 14 de outubro próximo, os organizadores do Salão de Paris esperam driblar a crise econômica que toma conta da Europa e receber mais visitantes e mais expositores do que na última edição do evento, em 2010. </p>
<p>Thierry Hesse, presidente da empresa organizadora do Mondial de l’Automobile, estima que 230 fabricantes de automóveis e fornecedores de componentes e serviços vão ocupar todos os 96 mil metros quadrados dos nove pavilhões do Porte de Versalles. Até agora, quatro meses antes da exposição, já existem 214 marcas expositoras confirmadas de 18 países. Hesse também espera que o recorde de 1,26 milhão de pessoas que visitaram o salão em 2010 seja batido nos 18 dias de exibição em 2012. “Esperamos por 1,3 milhão a 1,4 milhão de visitantes este ano”, diz. “As áreas foram aumentadas e temos mais expositores este ano”, informou o executivo em visita ao Brasil para promoção do evento. </p>
<p>Segundo Hesse, muitas marcas que não puderam vir em 2010 estão voltando este ano, citando como exemplos a japonesa Subaru e a coreana Ssangyong. “Também teremos marcas que estarão pela primeira vez no evento”, disse, destacando a McLaren, que nunca esteva antes em exposições de automóveis e fará sua estreia este ano em Paris. </p>
<p>Assim como já aconteceu em 2010, o salão terá uma pista de testes na área destinada à exposição de novas fontes energéticas para os automóveis, mas desta vez com o dobro do tamanho, alcançando 11 mil metros quadrados de exposição. Hesse assegura, no entanto, que os modelos híbridos e elétricos não ficarão confinados só a esse espaço: “Os carros elétricos e híbridos hoje não são só protótipos, são realidade, estão à venda, podem ser comprados. Por isso veremos muitos deles, mais do que em 2010, em vários estandes.” Por isso mesmo o slogan do evento continua o mesmo: “O Futuro, Agora”. </p>
<p>O passado também continua a merecer atenção especial no mais antigo salão de automóveis do mundo – a primeira edição foi em 1898. Na área dedicada à exposição de veículos antigos, o tema deste ano será “Automóvel e a Publicidade”. A organização firmou parceria com o Instituto Nacional do Audiovisual da França para exibir antigos comerciais e pediu às marcas expositoras que revisitassem sua história por meio das campanhas publicitárias. </p>
<p>Sem chineses</p>
<p>Este ano nenhuma fabricante da China vai se apresentar em Paris. “As montadoras chinesas são numerosas, grandes, mas são muito chinesas”, brincou Hesse, para em seguida apresentar sua avaliação para a ausência: “Elas ainda não estão prontas, eu acho, para expandir suas atividades para o mercado europeu, que tem exigências restritivas.” O executivo também citou o problema de chineses com design claramente copiado de modelos europeus, como foi o caso da Great Wall, que no Salão de Frankfurt de 2009 foi impedida pela Mercedes-Benz de exibir um minicarro muito parecido com o Smart. “Creio que todas as dificuldades esfriaram o interesse chinês.” Hesse assegura que não há nenhuma proibição às marcas chinesas no Salão de Paris. “Elas podem vir, mas até agora não mostraram interesse. Como o tempo está passando e os espaços estão rareando, será difícil que alguma ainda decida vir”, explicou. </p>
<p>Custos</p>
<p>Hesse destacou que o Salão de Paris, em seus 18 dias de exposição, não é um espaço caro em comparação com outros salões de primeira linha. O preço do metro quadrado para montadoras é de € 165 e para outros expositores fica em € 155, sem nenhum diferencial de valor em todos os pavilhões do Porte de Versailles. “Qualquer área custa a mesma coisa”, diz. </p>
<p>Os maiores estandes, como de costume, serão das marcas francesas Renault, Peugeot e Citroën, cada uma com cerca de 4 mil metros quadrados. Ou seja, serão aproximadamente € 660 mil só para pagar o chão ocupado. Somando a construção do estande, pessoal contratado, serviços e logística, a conta deve facilmente passar dos € 2 milhões. </p>
<p>Para os visitantes a conta é bem mais barata: a entrada deste ano para adultos vai custar € 13 (ou € 1 a mais do que em 2010), estudantes e menores de 18 anos pagam € 7 e menores de 10 anos entram de graça. É mais barato (e muito mais confortável) do que ir ao Anhembi visitar o Salão do Automóvel de São Paulo, com a vantagem adicional de chegar de metrô ao Porte de Versailles, sem necessidade de pagar estacionamento.</p>
<p>Fonte: Automotive Business</p>
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		<title>Consumidor brasileiro almeja veículos com motorizações mais potentes</title>
		<link>http://www.abla.com.br/consumidor-brasileiro-nao-quer-saber-de-veiculos-populares/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Após sucesso recente no país dos modelos populares, consumidor vem aproveitando a melhora da renda para almejar veículos mais potentes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o sucesso recente no país dos modelos populares, o consumidor brasileiro vem aproveitando a melhora da renda para almejar veículos com motorizações mais potentes. </p>
<p>Para a sócia-diretora da MB Associados, Tereza Fernandez, é um bom motivo pelo qual os importados ainda mantêm uma fatia importante no mercado interno, já que vêm atendendo essa demanda com preços ainda atraentes, mesmo com os recentes aumentos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). &#8220;O consumidor quer um veículo com maior motorização e com preços que caibam em seu orçamento. Os fabricantes de outros países trazem esses veículos com preços competitivos&#8221;, disse a analista.Para Tereza, a mudança no perfil do consumidor é um dos motivos que influenciaram a queda nas vendas dos veículos no Brasil, no primeiro quadrimestre deste ano. </p>
<p>No acumulado de 2012, o recuo foi de 3,1% ante o mesmo intervalo do ano passado, para 1.017.506 unidades. Além da questão do perfil, a analista mencionou como fatores importantes para a queda nas vendas mais quatro detalhes de peso: a elevação do custo de manutenção de veículos; a perda do valor patrimonial do veículo decorrente da &#8220;abertura do spread&#8221; entre o produto novo e o seminovo; a concorrência entre o desejo de comprar um carro e a necessidade para o consumidor adquirir a casa própria em tempos de maior facilidade para a compra do imóvel e, principalmente, o &#8220;efeito conjuntural&#8221; motivado pelo aperto nas condições de crédito, em função da inadimplência.</p>
<p>Fonte: Hoje em dia (MG)</p>
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		<title>Anfavea costura medidas para salvar ano</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Em reunião com o governo, Anfavea busca medidas emergenciais para salvar o ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reunião entre representantes da associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea, e do governo no Ministério da Fazenda, em Brasília, iniciada da segunda-feira, 14, foi prolongada para a terça-feira, 15. </p>
<p>Motivo: a negociação de medidas emergenciais para salvar o ano, que a continuar no ritmo atual terminará com expressiva queda de vendas e produção, com consequentes demissões – a moeda de troca mais eficaz dos empresários na hora de negociar acordos de incentivo ao consumo. </p>
<p>Na segunda-feira, o encontro do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, e outros representantes de montadoras com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seria para discutir problemas estruturais, mas segundo algumas fontes a conversa descambou para a emergência do problema conjuntural: a queda das vendas. Por isso a reunião foi prolongada para continuar na terça-feira. </p>
<p>Na mesa de discussões, além de fórmulas para destravar o crédito, esteve uma velha conhecida de ambas as partes: a redução de imposto por algum tempo, como já foi feito com o IPI em 2009 e parte de 2010. Mas o governo, desta vez, quer contrapartidas por parte das empresas, como congelamento de possíveis demissões e redução integral de preços. </p>
<p>Com a revoada para Brasília de representantes de quase todos os fabricantes de veículos instalados no País, chegou-se a especular que medidas poderiam ser anunciadas até no mesmo dia. No fim da terça-feira, no entanto, uma fonte informou a Automotive Business que nenhum acordo foi fechado e que deve demorar mais algumas semanas para o anúncio de qualquer incentivo ao consumo de veículos. </p>
<p>Crédito</p>
<p>Após a reunião da segunda-feira, Belini declarou à imprensa que as discussões giraram em torno de medidas para destravar os financiamentos, pois com o aumento da inadimplência os bancos se tornaram mais restritivos na aprovação de fichas e esse é o principal fator a pressionar o mercado para baixo. O governo não pode, por decreto, cortar juros e exigências para contratação de crédito, mas pode injetar recursos para empréstimos se reduzir os depósitos compulsórios dos bancos – como também já fez em 2009 e 2010. </p>
<p>No caso do financiamento de caminhões, medidas de aumento de prazos e redução de taxas já foram tomadas com o PSI4, anunciado no começo de abril, que cortou o juro do BNDES/Finame – linha responsável pela venda de mais de 85% dos veículos comerciais no País – de 10% para 7,7% ao ano, elevou o prazo de 96 para até 120 meses e subiu o montante financiável de 70% para 90% do valor do bem. O que os fabricantes pedem agora é mais agilidade na aprovação dos contratos. </p>
<p>Projeções preocupam</p>
<p>A Anfavea ainda mantém as projeções para 2012 de mercado interno de 3,8 milhões de veículos emplacados e produção de 3,47 milhões de unidades. Mas ninguém mais acredita que esses números possam ser alcançados. Para atingir as projeções atuais da Anfavea, após contabilizar os resultados dos primeiros quatro meses do ano, com vendas de 1,07 milhão e produção de 999 mil, seria necessário daqui para frente vender, na média, 340,5 mil veículos por mês até o fim do ano, e produzir 309 mil unidades/mês. Com base na comparação com períodos recentes, é improvável que isso aconteça. Nos últimos dois anos, a produção só superou a média necessária em agosto de 2011 (325,3 mil); e as vendas só foram maiores nos meses de dezembro de 2010 (381,6 mil) e de 2011 (348,4 mil).</p>
<p>Fonte: Automotive Business</p>
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		<title>Mudanças nas regras para carros novos aumenta vendas de seminovos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Restrições no mercado de veículos novos colabora com as vendas de semi-novos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As restrições no mercado de veículos novos têm impactado positivamente nas vendas de seminovos. A informação é do presidente da Associação de Revendedores de Veículos da Bahia, Assoveba, Paulo César Mascarenhas de Oliveira. “Em média os seminovos custam 15% a menos que os veículos novos e as concessionárias oferecem grandes vantagens para a compra como incluir o licenciamento, tanque cheio de combustível, fora as taxas serem mais baixas quando comparadas com a dos novos, o que são grandes atrativos na hora de levar o produto para casa”, diz.</p>
<p>No entanto ele ressalta que os consumidores ainda tentam encaixar os novos no orçamento. “Sentimos que os consumidores ainda tentam levar para casa o veículo zero, mas quando pesa prós e contras e de que modo aquele valor vai pesar no bolso ele acaba levando o usado”.</p>
<p>As mudanças nas regras para aquisição de automóveis como a entrada de 20% do valor do produto mais o parcelamento de até 48 vezes ou a entrada de 30% para o parcelamento de até 60 meses são algumas das mudanças. Antes não era preciso dar entrada e o parcelamento alcançava até os 60 meses. “Esses fatores aliados ao aumento da taxa de inadimplência têm deixado o mercado preocupado. No entanto as mudanças nas regras tem sido responsáveis pelo aumento da procura nas concessionárias de seminovos, bem como no aumento das vendas”, ressalta. </p>
<p>Como exemplo ele cita um veículo Celta, popular de quatro portas completo. “Ele novo sai por R$ 28,9 mil e o mesmo veículo, ano 2010, custa R$ 23,9 mil, sem esquecer que ele já vai para o cliente com licença e transferência feitos”, frisa. </p>
<p>Aumento da inadimplência chega a 5,7 por cento Segundo dados divulgados pela Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, Anef, a inadimplência das operações de CDC de veículos, ou seja, das dívidas sem pagamento por mais de 90 dias, chegou a 5,7% em março &#8211; uma alta de 0,2 ponto porcentual em comparação com fevereiro e quase o dobro da inadimplência de 3% registrada em março de 2011. </p>
<p>Ainda de acordo com a entidade, as novas exigências para a concessão de crédito, como entrada maior para o financiamento de um veículo ou de um parcelamento mais curto, devem reduzir o porcentual de inadimplentes a partir de agora.</p>
<p>Fonte: Tribuna da Bahia</p>
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