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	<title>Abla</title>
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	<description>Associação Brasileira de Locadoras de automóveis</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 18:44:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aeroportos: Competição é o melhor remédio contra apagão aéreo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Invenstimento privado e concorrência entre os grupos trará melhorias e estímulos para o setor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No momento em que o governo prepara nova rodada de licitações para as concessões de aeroportos, é fundamental estimular a competição no setor. Os investimentos privados são indispensáveis para melhorar os aeroportos brasileiros. Mas as melhorias só vão ocorrer se houver concorrência entre os grupos que vão operar os principais aeroportos nas próximas décadas.</p>
<p>Os aeroportos brasileiros estão em frangalhos. Segundo estudo da Fiesp, o número médio de pousos e decolagens por hora no Brasil é de 38, apenas 43% da média internacional (88). Em uma amostra de 142 países do Fórum Econômico Mundial, a qualidade dos transportes no Brasil ocupa a 134ª posição. Será preciso investir muito para dotar o Brasil de aeroportos adequados. Um concessionário privado que visa lucro e tem que prestar contas aos seus acionistas só fará isto se houver boa regulação e concorrência para conquistar clientes.</p>
<p>Mas quem são os clientes de um aeroporto? Há dois grupos interdependentes: os passageiros e as companhias aéreas. Quanto mais passageiros utilizarem um determinado aeroporto, mais atraente será para as companhias aéreas. Da mesma forma, quanto mais voos em um aeroporto, maior sua capacidade de atrair passageiros. Trata-se do chamado &#8220;mercado de duas pontas&#8221;.</p>
<p>A atração das empresas aéreas depende da localização, bom controle de tráfego, telecomunicações, manutenção de pista e alto padrão de serviços especializados. É quando um aeroporto pode se tornar ponto de referência e conexão da maioria das rotas de uma empresa, constituindo o que se chama de &#8220;hub&#8221;. Por sua vez, para atrair passageiros, o aeroporto deve oferecer bom acesso, estacionamento, serviços financeiros, instalações apropriadas e opções de rotas convenientes.</p>
<p>Nos mercados de duas pontas, uma ponta reforça a outra. Boas companhias e rotas conquistam passageiros; elevado fluxo de viajantes atrai as empresas líderes. Mas sem competição, os investimentos não acontecem. Se apenas um grupo controlar os principais aeroportos do país, não haverá estímulo para melhorar a qualidade dos serviços aeroportuários.</p>
<p>A experiência internacional é ilustrativa. Dois exemplos: Austrália e Reino Unido. O caso australiano demonstra os benefícios de controlar a participação cruzada em aeroportos que possam competir entre si. De 1997 a 2002, os aeroportos de Sidney, Melbourne, Brisbane e Perth foram privatizados, representando mais de 80% do tráfego aéreo australiano.</p>
<p>O aeroporto de Sidney foi privatizado em 1997. Por ocasião da privatização dos outros três, em 2002, as autoridades restringiram a participação pelo Aeroporto de Sidney a 15% do capital dos outros aeroportos. Além disso, essa participação não poderia representar qualquer exercício de controle ou ingerência sobre os aeroportos. Foi autorizada a mera participação financeira. O resultado foi positivo. Estudo da Associação Australiana de Aeroportos de 2011 registrou tarifas abaixo da média internacional e elevados investimentos.</p>
<p>Em contraste, o caso do Reino Unido mostra os efeitos negativos de ausência de controle sobre participação cruzada. A Autoridade Aeroportuária Britânica foi transferida a um único grupo privado em 1987. Em 2005, os aeroportos geridos pela BAA controlavam 60% da movimentação de passageiros dentro do Reino Unido. O órgão de investigação da concorrência (Office of Fair Trading) constatou que a concentração no setor aeroportuário era prejudicial. Verificaram-se baixos investimentos, saturação dos terminais, altas tarifas e piora na qualidade do serviço. Como resultado, a CC ordenou a venda de três aeroportos: Gatwick, Stansted e uma opção pela venda de Glasgow ou Edimburgo.</p>
<p>Tais experiências demonstram a necessidade de controlar a participação de um mesmo grupo em aeroportos potencialmente concorrentes. É precisamente o caso dos aeroportos de Guarulhos, concedido em 2012 e do Galeão, que deverá ser licitado ainda em 2013. Estes dois aeroportos representaram cerca de 84% da movimentação internacional de passageiros do Brasil (2009-12).</p>
<p>A restrição à propriedade cruzada tem precedentes. Dois exemplos: telecomunicações e energia elétrica. No primeiro, a licitação da nova faixa de radiofrequência 4G foi subdividida em quatro partes, com restrições à propriedade de mais de uma parte pelo mesmo grupo. No caso de compra pela Telefônica de participação minoritária no bloco de controle da Telecom Itália, o Cade congelou os direitos políticos da Telefônica na TIM Brasil. Na privatização da Telebrás, o Cade e a Anatel congelaram os direitos políticos dos fundos de pensão decorrentes de suas participações na Telemar (Oi), pois tais instituições controlavam a Brasil Telecom.</p>
<p>A Lei 10.848/04, do setor elétrico, estabeleceu a obrigatoriedade de segregação das atividades de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. A ideia foi evitar a existência de subsídios cruzados entre essas atividades e estimular a competição.</p>
<p>Essas restrições estão amparadas pela Constituição e legislação federal. Tal controle já ocorreu na 1ª rodada de concessões dos aeroportos, na qual os licitantes só puderam arrematar uma única concessão. Por sua vez, a Lei de Licitações determina que, sempre que técnica e economicamente viável, as licitações devem ser divididas em lotes, visando aumentar a concorrência. A Lei 11.182/05 estabelece obrigação da Anac em comunicar aos órgãos de defesa da concorrência sempre que tome conhecimento de fato que comprometa ou possa comprometer a concorrência.</p>
<p>É melhor prevenir do que remediar. Esperar para corrigir mais tarde como foi feito no Reino Unido é difícil e custoso, especialmente em um país como o Brasil que não pode se dar ao luxo de não investir em seus aeroportos. Melhor seguir o exemplo australiano. Se Galeão e Guarulhos forem operados pelo mesmo grupo econômico controlador há risco de excessiva concentração de mercado, capaz de prejudicar não apenas o transporte aéreo, mas o próprio desenvolvimento nacional.</p>
<p>* Gesner Oliveira é economista, professor da EASP-FGV, sócio da GO Associados e ex-presidente do Cade; Fernando Marcato, advogado, professor da pós-GV Law em Infraestrutura e sócio da GO Associados; Lavinia Hollanda, engenheira elétrica e professora da FGV Rio, é consultora especial da GO Associados.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Bancos de montadora captarão até R$ 2 bi</title>
		<link>http://www.abla.com.br/bancos-de-montadora-captarao-ate-r-2-bi/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os bancos ligados a montadoras seguem ativos no processo de captação de recursos no mercado local. O Banco Volkswagen e a RCI Brasil, instituição financeira ligada às montadoras Renault e Nissan, devem levantar até R$ 2 bilhões de investidores nos próximos meses, conforme apurou o Valor. As instituições intensificaram o processo de diversificação das fontes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Bancos-de-montadora-captarão-até-2-bi.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Bancos-de-montadora-captarão-até-2-bi-300x207.jpg" alt="" title="Bancos de montadora captarão até 2 bi" width="300" height="207" class="aligncenter size-medium wp-image-16307" /></a></p>
<p>Os bancos ligados a montadoras seguem ativos no processo de captação de recursos no mercado local. O Banco Volkswagen e a RCI Brasil, instituição financeira ligada às montadoras Renault e Nissan, devem levantar até R$ 2 bilhões de investidores nos próximos meses, conforme apurou o Valor.</p>
<p>As instituições intensificaram o processo de diversificação das fontes de recursos a partir do segundo semestre de 2011, com o agravamento da crise externa. Os bancos de montadora também precisaram ampliar as captações com o aumento na demanda por empréstimos diante da retração dos bancos comerciais em razão do aumento na inadimplência.</p>
<p>O Banco Volks deve levantar um total de R$ 1,5 bilhão de investidores no país. A maior parte dos recursos virá da venda de recebíveis para um fundo de investimento em direitos creditórios (Fidc), de R$ 1 bilhão. A instituição realizou uma operação semelhante no ano passado, no mesmo valor. A nova emissão deve ser coordenada pelos bancos Santander e Itaú BBA.</p>
<p>O banco ligado à montadora alemã também pretende captar até R$ 500 milhões em uma oferta pública de letras financeiras, título de dívida com características semelhantes a debêntures de empresas. Com prazo de dois anos, os papéis renderão juros ao investidor de até 108% da taxa do depósito interfinanceiro (DI). A operação deve ser coordenada por HSBC e Citibank.</p>
<p>O estoque de recursos captados pelos bancos com a emissão de letras financeiras é da ordem de R$ 260 bilhões, de acordo com dados da Cetip, que concentra o registro do título. A maior parte das operações, porém, ocorre de forma privada, e concentrada nas grandes instituições.</p>
<p>Os bancos de montadora concentraram as poucas ofertas públicas de letras realizadas até o momento. O Banco Volkswagen captou R$ 300 milhões no ano passado em sua primeira captação pública com o instrumento. Os bancos PSA (Peugeot e Citroën) e Mercedes -Benz também realizaram emissões em 2012.</p>
<p>A RCI, que já levantou R$ 1,150 bilhão em quatro emissões de letras desde 2011 &#8211; a mais recente concluída no início do mês -, pretende captar aproximadamente R$ 500 milhões com a venda de créditos para um fundo de recebíveis, segundo uma fonte. A expectativa é que a operação saia ao longo do segundo semestre.</p>
<p>Procurada, a RCI informou que o Fidc poderá fazer parte da estratégia de diversificação do funding da empresa. &#8220;Porém, pelo momento, não temos nada de concreto e nenhuma definição sobre este assunto&#8221;, informa em nota. O Banco Volks não comentou o assunto até o fechamento desta edição.</p>
<p>De janeiro a abril deste ano, as captações via fundos de recebíveis somaram R$ 730 milhões, uma forte queda de 64% em relação ao mesmo período de 2012, de acordo com dados da Anbima, associação que representa as instituições que atuam no mercado de capitais. Em fevereiro, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mudou as regras para as emissões de Fidc, a fim de dar mais transparência ao instrumento.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Kia mantém decisão de não se habilitar no Inovar-Auto</title>
		<link>http://www.abla.com.br/kia-mantem-decisao-de-nao-se-habilitar-no-inovar-auto/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Importadora teve seu cresciento afetado devido as exigências do programa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Kia-mantém-decisão-de-não-se-habilitar-no-Inovar-Auto.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Kia-mantém-decisão-de-não-se-habilitar-no-Inovar-Auto.jpg" alt="" title="Kia mantém decisão de não se habilitar no Inovar-Auto" width="300" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-16303" /></a></p>
<p>Depois de avaliar as regulamentações do Inovar-Auto divulgadas na segunda-feira, 20, a Kia Motors confirmou que não pretende se habilitar no novo regime automotivo. A informação foi dada por José Luiz Gandini, presidente do Grupo Gandini, que representa a marca no Brasil, em entrevista à Agência Estado. </p>
<p>Para a empresa, a cota máxima de 4,8 mil veículos por ano que podem ser importados sem o adicional de 30 pontos no IPI não compensa a inscrição como importadora, já que o programa pede contrapartidas de eficiência energética, investimentos e pesquisa e desenvolvimento e adesão ao Programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro.</p>
<p>A Kia é a maior importadora independente do País e foi uma das empresas que teve os negócios mais afetados pelo Inovar-Auto. A companhia via suas vendas acelerarem ao ritmo de dois dígitos antes do anúncio do aumento do IPI para carros importados de fora do Mercosul e do México. No primeiro quadrimestre de 2011 a empresa vendeu 25,2 mil carros no Brasil. Com o aumento do tributo, as vendas diminuíram para 13,9 mil unidades entre janeiro e abril do ano passado e ficaram em 9,9 mil veículos no mesmo período deste ano.</p>
<p>A empresa estuda a instalação de uma fábrica no Brasil. Ainda não foi definido se o projeto será conduzido apenas pela matriz coreana ou se terá parceria com o Grupo Gandini. O executivo aponta que, até que a decisão seja tomada, a importadora ficará fora do Inovar-Auto.</p>
<p>Fonte: Automotive Business</p>
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		<title>Faturamento em queda pressiona revendedores</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[A consultoria Autoanálise divulgou estudo sobre o faturamento por loja em motos, automóveis, comerciais leves e caminhões. O levantamento do período janeiro-abril mostra que 2013 tem sido difícil para as marcas líderes de mercado. No segmento de automóveis e comerciais leves destacam-se o bom desempenho nas lojas Hyundai Motor Brasil (HMB), Toyota e de marcas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Faturamento-em-queda-pressiona-revendedores.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Faturamento-em-queda-pressiona-revendedores-200x300.jpg" alt="" title="Faturamento em queda pressiona revendedores" width="200" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-16299" /></a></p>
<p>A consultoria Autoanálise divulgou estudo sobre o faturamento por loja em motos, automóveis, comerciais leves e caminhões. O levantamento do período janeiro-abril mostra que 2013 tem sido difícil para as marcas líderes de mercado. </p>
<p>No segmento de automóveis e comerciais leves destacam-se o bom desempenho nas lojas Hyundai Motor Brasil (HMB), Toyota e de marcas pertencentes ao mercado de luxo (Land Rover, Mercedes-Benz, Porsche, BMW e Audi). Ainda no confronto com o período janeiro-abril de 2012, as revendas Nissan e Peugeot tiveram as quedas mais acentuadas no faturamento. </p>
<p>O levantamento da consultoria demonstra que a líder Fiat, embora apresente evolução positiva, ficou na 12ª posição no ranking das empresas analisadas, o que significa que ela também perdeu mercado. </p>
<p>Fonte: Automotive Business</p>
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		<title>Brasileiros são mais dispostos a usar carros sem motorista</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da Cisco sobre a experiência do consumidor (Cisco Customer Experience Report) do setor automotivo revela a importância do uso da tecnologia desde o processo de escolha e compra à manutenção e à direção do veículo. Entre os destaques, o fato de os brasileiros serem os mais dispostos a usar um carro automatizado &#8211; sem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Brasileiros-são-mais-dispostos-a-usar-carros-sem-motorista.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Brasileiros-são-mais-dispostos-a-usar-carros-sem-motorista-300x168.jpg" alt="" title="Brasileiros são mais dispostos a usar carros sem motorista" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-16296" /></a></p>
<p>Estudo da Cisco sobre a experiência do consumidor (Cisco Customer Experience Report) do setor automotivo revela a importância do uso da tecnologia desde o processo de escolha e compra à manutenção e à direção do veículo. Entre os destaques, o fato de os brasileiros serem os mais dispostos a usar um carro automatizado &#8211; sem motorista.</p>
<p>Os consumidores estão usando mais as tecnologias de comunicação (como celular, mensagens de texto, telefone, websites e dispositivos com comunicação embarcada) para se conectarem com montadoras e revendedoras. Os resultados mostram que aproximadamente a metade (47%) dos consumidores globais valoriza a reputação da marca na adoção da tecnologia ao comprar um veículo.</p>
<p>Globalmente, os consumidores estão ansiosos por ver mais mudanças de transporte na customização, segurança, tempo e economia de custos. Brasil, China e Índia se mostram significativamente mais dispostos a oferecer informações sobre hábitos de direção, em troca de eficiência em custo e tempo, e demonstram ter mais confiança em veículos sem motorista.</p>
<p>O estudo pesquisou mais de 1,5 mil consumidores em 10 países: Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Reino Unido e Rússia.</p>
<p>Principais destaques:</p>
<p>Antes de comprar um veículo, os consumidores preferem começar o processo online</p>
<p>A maioria dos consumidores começa seu processo de compra de automóveis na web: 83% dos consumidores globais preferem pesquisar informações na Internet sobre um carro, contra apenas 17% que prefere telefonar ou ir a uma concessionária.61% usam sites de fabricantes ao fazerem pesquisas para comprar um carro, e 78% dos consumidores confiam em suas pesquisas online.  </p>
<p>Os consumidores querem uma maneira mais automatizada de monitorar custos de manutenção do carro</p>
<p>Mais de 50% dos consumidores querem monitorar o preço do combustível a partir de um veículo. Esta foi a prioridade máxima, comparada a 46% que querem acompanhar preços de seguro, 35%, a disponibilidade de assistência automotiva em estradas e 32%, informações de recall.Mais de 60% dos consumidores afirma que comprariam um dispositivo projetado para mantê-los no controle de seu orçamento mensal para combustível e manutenção automotiva.  </p>
<p>Os consumidores estão dispostos a trocar informações pessoais por customização, segurança e economia</p>
<p>Quase 75% dos entrevistados permitiriam o monitoramento de seus hábitos de direção a fim de economizar em seguro ou manutenção ou custos de serviços.Mais segurança pessoal: 60% forneceriam informações biométricas como impressões digitais e amostras de DNA em troca de segurança personalizada ou segurança do carro.Carro customizado: 65% compartilhariam informações pessoais como altura/peso, hábitos de direção e preferências em entretenimento se isso levasse a um veículo e experiência de direção mais customizados. Confiança do consumidor em veículos automatizados ou não pilotados</p>
<p>Mais da metade dos consumidores globais (57%) afirmou que provavelmente andaria em um carro totalmente controlado por tecnologia que dispensa motorista humano. Os consumidores mais confiantes a este respeito são do Brasil, com 96%, Índia, com 86%, e China, com 70%.No entanto, a confiança caiu para 46% quando perguntados se permitiriam que seus filhos andassem em veículos não pilotados &#8211; mas os brasileiros permanecem confiantes, com 92% afirmando que deixariam seus filhos irem.Já no Japão, França e Alemanha, apenas 6% permitiriam que seus filhos andassem em um veículo não pilotado.</p>
<p>Fonte: PC World Brasil</p>
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		<title>Toyota é a marca mais valiosa entre as montadoras</title>
		<link>http://www.abla.com.br/toyota-e-a-marca-mais-valiosa-entre-as-montadoras/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 18:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Montadora é a mais valiosa, segundo pesquisa anual crescimento deve-se em grande parte aos seus veículos híbridos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Toyota-é-a-marca-mais-valiosa-entre-as-montadoras.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Toyota-é-a-marca-mais-valiosa-entre-as-montadoras-300x195.jpg" alt="" title="Toyota é a marca mais valiosa entre as montadoras" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-16292" /></a>A Toyota superou a BMW como a marca mais valiosa do setor automotivo na pesquisa anual das 100 marcas globais mais valiosas (BrandZ Top 100), realizada pela Millward Brown. Os valores de Toyota, Mercedes-Benz, Audi e Hyundai superaram os de 2012 especialmente por causa dos bons volumes de vendas na China e nos Estados Unidos.   </p>
<p>Segundo o estudo, o valor da marca Toyota em 2013 subiu 12%, para US$ 24,5 bilhões, em grande parte por causa de seus veículos híbridos. Na lista geral, a montadora está em 23º lugar. “A Toyota conquistou uma posição relevante em híbridos em toda a sua gama, que bate com a necessidade do consumidor de reduzir seus gastos com combustível&#8221;, disse ao site Automotive News o diretor da Millward Brown, Peter Walshe. Ele revela que o crescimento de cada marca teve relação direta com a quantidade de lançamentos.</p>
<p>A BMW, 2ª marca entre as montadoras e 24ª na geral, caiu cinco postos, mas recebeu avaliação de US$ 24 bilhões, muito próxima à da Toyota. “Ela continua a ser muito forte e característica”, disse Walshe. Em 3º posto entre as montadoras (e 43º na geral) ficou a Mercedes-Benz, com US$ 17,9 bilhões e alta de 11%.</p>
<p>A Honda ficou em 4º lugar entre as montadoras e 71º na geral, com valor estimado em US$ 12,4 bilhões e queda de 2%. A Nissan ocupou o 5º posto entre as fábricas de automóveis e 86º na ranking total, com valor estimado em US$ 10,19 bilhões e alta 3%. A Volkswagen, 6ª colocada entre as montadoras, ocupou a 100ª posição na geral. Foi avaliada em US$ 8,79 bilhões, crescimento de 3%.</p>
<p>Vale dizer que a 1ª empresa no ranking geral foi a Apple, com valor de marca estimado em US$ 182,9 bilhões, superando Google (2ª posição) e IBM (3ª).</p>
<p>Fonte: Automotive Business</p>
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		<title>Oficina de “Atendimento ao Cliente” começa hoje em Salvador</title>
		<link>http://www.abla.com.br/oficina-de-atendimento-ao-cliente-comeca-hoje-em-salvador/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Curso destinado a empresários e profissionais que atuam em locação de veículos,  visa melhorias de atendimento no setor  com os próximos eventos no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Oficina-de-Atendimento-ao-Cliente-começa-hoje-em-Salvador.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Oficina-de-Atendimento-ao-Cliente-começa-hoje-em-Salvador-300x225.jpg" alt="" title="Oficina de Atendimento ao Cliente começa hoje em Salvador" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-16287" /></a></p>
<p>Encontro de capacitação será voltado a profissionais do setor de locação de automóveis, dentro da Jornada de Capacitação Empresarial Sebrae 2013.</p>
<p>A partir de hoje, dia 22, e até a sexta-feira, dia 24, será realizada em Salvador (BA) a oficina de “Atendimento ao Cliente”, destinada a empresários e profissionais que atuam com a locação de automóveis na Bahia. A oficina será ministrada pela consultora Jacqueline Cerqueira, na sede do SINDLOC-BA – Centro Empresarial Iguatemi, s/610, bloco B, sempre das 14h às 19h.</p>
<p>Para o setor de locação de veículos, o atendimento ao cliente ganha ainda mais importância agora, às vésperas da Copa das Confederações. “Salvador é uma das cidades-sede do evento e certamente atrairá visitantes do Brasil e do mundo, interessados em alugar um automóvel”, avalia Marconi Dutra, diretor regional da ABLA na Bahia. “Teremos um natural aumento de demanda pelo rent-a-car com os grandes eventos programados para Salvador e estamos preparando nosso pessoal para isso”. </p>
<p>Assim como os demais cursos da Jornada de Capacitação, a oficina sobre atendimento ao cliente terá conteúdo voltado “para que os profissionais das locadoras de automóveis possam trabalhar com mais segurança e com ainda mais confiança”, acrescenta Marconi. “Ficará mais clara a diferença entre ‘tratamento’ e ‘atendimento’, serão avaliados os diversos perfis de clientes e como lidar melhor com cada um deles, além de tópicos como a satisfação, a fidelização e a gestão de relacionamento com os usuários do nosso setor”. </p>
<p>Outro diferencial será a presença da Diretora e Consultora Sênior da Holos Crescimento Humano e Organizacional, Jacqueline Cerqueira, como facilitadora da oficina. Jacqueline é credenciada como consultora e instrutora do Sebrae na área de RH e Empreendedorismo, com experiência de 24 anos na área de Recursos Humanos. </p>
<p>O curso “Atendimento ao Cliente” faz parte do conteúdo programático da Jornada de Capacitação Empresarial 2013, série de eventos de qualificação promovidos pela Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) e pelo Sindicato das Locadoras de Veículos da Bahia (SINDLOC/BA), em parceria com o SEBRAE e com apoios do Sest-Senat, do Sesc-Senac e da Secretaria Estadual de Turismo. </p>
<p>Na programação, constam sete instrumentos diferentes de capacitação, que ocorrerão até o mês de setembro. Para se inscrever, basta entrar em contato com pelo e-mail sindloc@sindlocba.com.br ou pelo telefone (71) 3450-4218.</p>
<p>Fonte: ABLA </p>
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		<title>Veículos da GM estreiam airbag central</title>
		<link>http://www.abla.com.br/veiculos-da-gm-estreiam-airbag-central/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns modelos nos Estados Unidos já acompanham a proteção, no Brasil o equipamento será exigido para novos veículos a partir de 2014]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Veículos-da-GM-estreiam-airbag-central.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Veículos-da-GM-estreiam-airbag-central-300x128.jpg" alt="" title="Veículos da GM estreiam airbag central" width="300" height="128" class="aligncenter size-medium wp-image-16276" /></a></p>
<p>Se você acha que as montadoras não tem mais onde embutir airbags na cabine de um automóvel, está enganado. A GM passa a equipar alguns de seus veículos com um airbag dianteiro central, criado para proteger os ocupantes dos assentos dianteiros durante uma batida lateral. O inflável, embutido na lateral do banco do condutor, também evita que motorista e passageiro se choquem um contra o outro.</p>
<p>No momento de uma colisão, a bolsa de ar se expande posicionando-se no centro do veículo. O equipamento foi apresentado em 2011, no entanto, apenas neste ano se tornou realidade.</p>
<p>O novo equipamento já está presente nas versões de entrada do Chevrolet Traverse, Buick Enclave e GMC Acadia, vendidos apenas nos Estados Unidos. O airbag central foi desenvolvido pela GM em parceria com a fornecedora de peças Takata Corporation e levou três anos para ficar pronto.</p>
<p>Os primeiros airbags surgiram na década de 1980 e, desde então, as bolsas de ar deixaram de ser apenas frontais para ocuparem os mais diversos locais da cabine dos automóveis modernos.</p>
<p>O novo Mercedes Classe S 2014, por exemplo, conta com airbags frontais, laterais ou de cortina, instalados nos cintos de segurança e também na altura das pernas, que evitam que os ocupantes escorregarem por baixo do cinto.</p>
<p>Já o Volvo V40, que será lançado no início de junho no Brasil, traz um airbag que protege os pedestres por meio de uma bolsa instalada na linha do para-brisa. Na dianteira do veículo há sensores que, ao detectarem o impacto de atropelamento, acionam o dispositivo, que infla imediatamente.</p>
<p>Feita de um fino tecido de náilon facilmente dobrável, a bolsa do airbag infla com uma velocidade aproximada de 320 km/h, mais rápido que um piscar de olhos. E, de acordo com as estatísticas de trânsito, a presença do equipamento reduz em torno de 30% o risco de morte em uma colisão frontal direta.</p>
<p>Desde o ano de 1998, todos os novos automóveis vendidos nos Estados Unidos são, obrigatoriamente, equipados com as bolsas de ar frontais. No Brasil, o equipamento será exigido para os novos veículos apenas a partir de 2014.</p>
<p>Fonte: Fast Driver</p>
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		<title>Novo Audi A3 Sport chega ao mercado</title>
		<link>http://www.abla.com.br/novo-audi-a3-sport-chega-ao-mercado/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Modelo chega ao país com motor 1.8 TFSI a gasolina e sistema Start-stop que auxilia na redução do consumo de combustível e emissões de CO2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Novo-Audi-A3-Sport-chega-ao-mercado.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Novo-Audi-A3-Sport-chega-ao-mercado-300x197.jpg" alt="" title="Novo Audi A3 Sport chega ao mercado" width="300" height="197" class="aligncenter size-medium wp-image-16272" /></a></p>
<p>O preço do novo Audi A3 Sport já foi definido pela Audi para o mercado brasileiro. O hatch premium alemão chega às concessionárias da marca neste mês custando R$ 115 mil, já equipado com uma extensa lista de itens de série, como o Audi Drive Select com cinco modos de condução &#8211; Conforto, Auto, Dinâmico, Eficiência e Individual. Este último permite a combinação livre de características de motor, acelerador, câmbio e direção que o motorista preferir. Como opcional, a Audi oferece o MMI (Multi Midia Interface) Touch com sistema de navegação e comando de voz em português do Brasil &#8211; é o primeiro modelo da Audi no mercado brasileiro já adaptado ao nosso idioma.</p>
<p>O hatch premium de três portas vem equipado com motor 1.8 TFSI de 180 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos. O sistema Start-stop, de série, desliga o motor quando o veículo está parado e auxilia na redução do consumo e das emissões. Outro destaque é a tecnologia Audi ultra, de construção leve, aplicada ao habitáculo e o uso de alumínio em partes do carro como capô e para-choques. O preço de R$ 115 mil faz parte da nova tabela de preços com cotas do Inovar-Auto e prorrogação do IPI reduzido.</p>
<p>Equipamentos e tecnologia</p>
<p>O novo Audi A3 Sport vem equipado, de série, com o sistema Audi Drive Select, que permite ter 5 veículos em 1. Por meio de um toque em apenas uma tecla, é possível modificar o comportamento de vários componentes do automóvel, de cinco maneiras diferentes. O motorista pode eleger o modo de condução e características do acelerador, direção hidráulica, câmbio S tronic e amortecedores escolhendo entre os modos Conforto, Auto, Dinâmico, Eficiência e Individual. Este último, permite &#8220;personalizar&#8221; a condução e mesclar características, como uma suspensão mais firme e esportiva aliada a uma direção mais confortável e macia, por exemplo.</p>
<p>Entre os dispositivos de áudio e comunicação, são standard o sistema de som Audi Sound System, o Audi Music Interface, o Rádio MMI e o Bluetooth. A tela do MMI (Multimídia Mídia Interface) é retrátil, de 7 polegadas e espessura mais fina do que as tradicionais. O sistema também incorpora SD Card e Jukeboox. Como opcional, a Audi oferece a pintura metálica/perolizada e o MMI Navigation Plus com MMI Touch, com sistema de navegação e comando de voz em português do Brasil. O A3 Sport é o primeiro modelo Audi no mercado brasileiro já adaptado ao nosso idioma. Já o sistema Touch permite ao motorista controlar as funções de informação e navegação por meio de uma tecla rotativa ou &#8220;escrevendo&#8221; diretamente na tela touch com a ponta do dedo.</p>
<p>No quesito segurança, destaque para airbags frontais para motorista e passageiro, airbag para o joelho para o condutor, airbags laterais dianteiros de cabeça e cintos de segurança com sensor de afivelamento no banco do motorista. O modelo incorpora ainda direção eletromecânica, freio de estacionamento elétrico, ESP (programa eletrônico de estabilização) e travamento central com controle remoto à distância.</p>
<p>Motor e transmissão</p>
<p>O inédito motor 1.8 TFSI a gasolina &#8211; que combina injeção direta FSI com injeção indireta; além do sistema Audi Valvelift, que varia a elevação das válvulas &#8211; tem 1.798 cm3, 4 cilindros em linha, e produz 180 cv entre 5.100 e 6.200 rpm. O torque máximo de 250 Nm está disponível entre 1.250 e 5.000 rpm. Equipado com transmissão S tronic de 7 velocidades, com dupla embreagem, e tração dianteira, o modelo é o mais rápido entre os compactos premiuns do mercado: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,2 segundos e tem velocidade máxima de 232 km/h. O consumo médio combinado é de 18 km/l (14,3 km/l na cidade e 21km/l na estrada), correspondente a 130 gramas de CO2 por km (162 g/km na cidade e 112 g/km na estrada).</p>
<p>Outro sistema de série no novo Audi A3 Sport é o Start-stop, que também auxilia na redução do consumo de combustível e das emissões de CO2 ao desligar o motor quando o veículo está parado. Basta parar o veículo em um semáforo para que o sistema desligue o motor e entre novamente em funcionamento ao soltar o pedal de freio.</p>
<p>O modelo foi desenvolvido com tecnologia de construção ultraleve (Audi Ultra), que combina baixo peso com elevada rigidez. A conjugação de painéis e perfis de metal forjados a quente e a frio dá origem a uma carroceria leve e ultramoderna. Além das partes de aço de alta resistência, existem peças em alumínio, para reduzir o peso das peças de fixação, tais como capô e para-choques.</p>
<p>O novo Audi A3 Sport tem as seguintes dimensões: 4.237 mm de comprimento, 1.777 mm de largura e 1.421 mm de altura, com distância entre-eixos que mede agora 2.601 mm. O peso é de 1.325 kg. O hatch vem equipado com faróis estreitos bi-xenônio, com ajuste automático de altura e limpador, além de faróis de neblina. Na lateral, o acabamento das soleiras das portas é em alumínio e as capas do espelho retrovisor externo vêm na cor do veículo. Os retrovisores, eletricamente ajustáveis, são embutidos nas portas e seguem o padrão dos veículos de competição. Frisos decorativos pretos, para-brisa com faixa cinza de bloqueio solar, spoiler traseiro, luz de neblina traseira e rodas de liga leve de 17 polegadas, com pneus 225/45 R17, completam o visual esportivo.</p>
<p>O modelo vem ainda, de série, com ar-condicionado automático de duas zonas, computador de bordo colorido, espelho retrovisor interno antiofuscante automático e pacote de luzes, além de sensor de luz e chuva e suporte ISOFIX para o banco traseiro. O teto moldado em tecido preto incorpora o teto solar panorâmico elétrico &#8220;Open Sky&#8221;. O compartimento de bagagem oferece 365 litros de capacidade na configuração básica, podendo ser expandida para 1.100 litros com o banco traseiro rebatido.</p>
<p>Fonte: Clic News</p>
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		<title>ABC terá 1º laboratório de P&amp;D da cadeia automotiva brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 16:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Olívio RAF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Para atender às expectativas do Inovar-Atuto até 2017, a região paulista está desenvolvendo projetos de modernização e qualificação de profissionais que atendam a cadeia produtiva com pesquisas e investimentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/ABC-terá-1º-laboratório-de-PD-da-cadeia-automotiva-brasileira.jpg"><img src="http://www.abla.com.br/wp-content/uploads/2013/05/ABC-terá-1º-laboratório-de-PD-da-cadeia-automotiva-brasileira-300x176.jpg" alt="" title="ABC terá 1º laboratório de P&amp;D da cadeia automotiva brasileira" width="300" height="176" class="aligncenter size-medium wp-image-16268" /></a></p>
<p> A região do ABC paulista pode vir a abrigar o primeiro laboratório de pesquisa e desenvolvimento da cadeia automotiva brasileira. É o que promete uma iniciativa criada em conjunto pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, prefeituras, Senai, universidades e escolas profissionalizantes locais.</p>
<p>De acordo com nota publicada pelo sindicato, a ideia foi gerada após um estudo realizado por representantes do Arranjo Produtivo Local (APL) de ferramentaria do ABCD, grupo de empresas da região com a mesma especialização produtiva. Foi esta equipe, que trabalha para fortalecer a cadeia produtiva de ferramentaria, que detectou a necessidade de desenvolver projetos de ferramental no Brasil para atender às expectativas do novo regime automotivo, o Inovar-Auto, válido até 2017.</p>
<p>O diretor executivo do sindicato, José Roberto Nogueira, conhecido como Bigodinho, explica na nota que o objetivo é criar “um espaço para pesquisadores e alunos poderem acompanhar todo o processo de desenvolvimento de engenharia que resulta na fabricação do ferramental”.</p>
<p>O local em que o laboratório será instalado ainda está sendo estudado e pode vir a ser um campus universitário. Com a sua inauguração, segundo Bigodinho, a região do ABC seria preparada para um processo de modernização do seu parque fabril. “Percebemos uma carência de engenheiros e projetistas para ferramentais e, por isso, uma urgência em qualificação destes profissionais.”</p>
<p>Na opinião do diretor do sindicato, o Inovar-Auto levará o ABC de volta ao caminho do desenvolvimento. “Pelo novo regime, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, chamados de P&#038;D, são convertidos em créditos de IPI, que poderão ser abatidos do preço final dos carros. Podemos conquistar esses créditos de forma conjunta, beneficiando todos da cadeia automotiva, principalmente os trabalhadores que serão qualificados”, salienta. As montadoras que comprovarem investimento no laboratório do ABC poderão ter parte do imposto abatido.</p>
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